Boas notícias para o seu bolso!
- Admin
- 22 de mar. de 2018
- 2 min de leitura


É muito comum ver no jornal diversas notícias, a grande maioria em destaque, a respeito dos juros. Muitas pessoas acreditam que só quem trabalha no mercado financeiro ou coisa parecida deve se preocupar com a "tal da taxa Selic" e não entendem o quanto a "tal da taxa de juros" afeta todo mundo diretamente e indiretamente, seja qual for a renda ou classe social.
Dependendo da taxa em vigor, há um incentivo ou um desincentivo para a realização de investimentos. E, calma, comprar uma casa, por exemplo, entra na classe "investimentos" também. Ainda nessa linha, quando a taxa está baixa, as pessoas passam a consumir mais (por exemplo, se a taxa de financiamento de um carro está baixo, é comum que as pessoas passem a comprar mais carros), e assim vai indo para a economia como um todo.
Quando as pessoas passam a consumir mais, tem mais dinheiro em circulação e assim forma-se um ciclo. Além disso, há uma redução no desemprego. Pense assim, eu tenho uma loja de roupas e houve uma redução nos juros, o que faz as pessoas passarem a consumir mais, então eu acabo vendendo mais na minha loja. Com isso, eu tenho mais dinheiro sobrando para contratar mais pessoas para a minha loja, o que acaba tendo mais pessoas com renda e que também vão passar a consumir mais.

Para cada 1 ponto percentual de queda dos juros utilizados para financiamentos imobiliários, 1

milhão de famílias conseguem acesso a um financiamento de R$ 200 mil com prazo de 30 anos. A queda dos juros e a formalização dos empregos seguido de um aumento na renda da população farão com que os preços dos imóveis subam nos próximos meses.
A pesquisa afirma ainda que os investidores estão voltando para o mercado e há uma redução no

número de distratos, o que fará com que haja um crescimento nas vendas e nos lançamentos de imóveis residenciais.
Ainda ontem, logo após a divulgação da redução da taxa básica de juros para 6,5% ao ano, o Banco Itaú anunciou que repassará integralmente tal redução aos clientes, que passará a valer a partir do dia 26 de março para as linhas de crédito para pessoas físicas, micro e pequenas empresas.

Para pessoas físicas, a nova taxa mínima do cheque especial será de 2,08% ao mês. Para micro e pequenas empresas, serão alteradas as taxas no cheque especial e capital de giro. O Banco Bradesco também informou que vai repassar aos clientes pessoas físicas e jurídicas tais reduções, bem como o Banco do Brasil.
Para as pessoas físicas, o destaque é a redução de 0,2 ponto percentual ao mês na linha de crédito parcelado no cartão de crédito. Já para pessoas jurídicas, a redução de juros alcança as linhas de capital de giro, desconto de títulos e de cheques, antecipação de crédito ao lojista e conta garantida.
Fonte: Valor Econômico











































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